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domingo, 14 de março de 2010

Carta escrita por mim e enviada ao poder judiciário após perder ação na justiça do trabalho para uma pessoa que não conheço e nunca trabalhou nem pra mim nem para minha empresa


Inicialmente gostaria de me apresentar, Meu nome é Theodora Sampaio Reis de Oliveira, Sou formada em Administração de empresas, uma pequena empresária, sou também dirigente de uma ONG fundada em 2006, que tem em seus objetivos, promover a defesa de bens e direitos sociais, coletivos e difusos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos bem como preservação de reservas de matas e nascentes de rios, entre outros. Sou mulher, mãe, enfim sou uma cidadã brasileira.

Nossa justiça composta por Advogados, Juízes, Desembargadores, todos em prol da justiça e da paz social, todos formados. Quantos nesse tempo, mas as vezes não colocando em prática o que aprenderam a fazer; a agir; ao que leu; a determinar e seguir uma palavra: justiça para todos. Nisto, quantos se envolvendo e sendo envolvidos no erro, ou, erros não jurídicos mais erros táticos, me refiro ao processo trabalhista numero xxxx, o reclamante numa atitude desonesta afirma ter recebido salários maiores que os sócios da empresa (situação não contestada pelo patrono) patrono este habilitado pela OAB instituição séria na qual eu acredito e confio, ao contratar o profissional do direito habilitado pela OAB, tive certeza que o profissional atenderia os requisitos mínimos necessários para analisar, orientar conduzir e concluir de forma adequada a ação.

Este cidadão nunca foi nosso funcionário, me refiro a PJ Plameb plano de assistência odontológica ao meu esposo Paulo Reis de Oliveira e eu únicos sócios, da Plameb. A única testemunha válida do reclamante foi considerado litigante de ma fé, nos autos do processo xxxxxx, também tentou se passar por nosso funcionário, farsa esta descoberta e apontada brilhantemente pelo doutor juiz de direito titular da 1ª Vara do trabalho Dr. Rodolfo Mário Veiga Pamplona. Ambos estavam sendo orientados pelo empresário xxxxxx que também moveu ação contra a reclamada tentando se passar por funcionário processo nº xxxxx concluso ainda não julgado, restou claro na brilhante decisão do Dr. Pamplona, que se tratava de uma desavença mascarada e de falsos funcionários, o que na perspectiva do empresário Roberto Abreu o livraria de futuras ações tendo em vista que ambos eram empregados dele (xxxxx) e não nosso, ou seja, em tese ¨funcionários¨ (falsos) de fato trata-se de uma quadrilha tentando obter vantagens financeiras por meios legais.

O direito é constituído pelas matérias previstas no nosso ordenamento jurídico o que está na lei; e o que não está na lei a prática: A prática desta quadrilha infelizmente não está prevista na lei, antes então a sensibilidade a coerência a psicologia a experiência do julgador e do advogado são decisivos.

È melhor absorver 10 culpados do que condenar um inocente,

Iremos pagar INJUSTAMENTE a uma pessoa que nem sequer conheço. A responsabilidade que recai nos nossos ombros quando cometemos injustiças são inúmeras, primeiro porque antes de sermos seres materiais somos todos seres espirituais, e a vida é muito mais do que esta dimensão.

Me matriculei na faculdade de direito, sou uma formanda. Me informado nos ensinamentos da faculdade e da Bíblia Sagrada onde ela me afirma: andai segundo os mandamentos de Deus e também: porque li e aprendi o que foi e está escrito na carta magna de 1988. E pelo descrito nela, eu sei ter caráter; eu cumpro com as minhas obrigações nos limites que o próprio país me deixa sobreviver; eu sigo a lei conforme ela me determina a me comportar como cidadã na sociedade em fim: não matar; e principalmente não roubar. Seja qual e de qualquer forma que eu venha a precisar

Que a coroa da justiça brilhe mais que a coroa do rei

Como cidadã brasileira acredito na justiça especialmente na justiça de meu país. Sei que por certo V.excia não teve elementos suficientes para fazer juízo especialmente nesta causa, razão pela qual o princípio trabalhista do indúbio pró operário traça uma linha muito tênue entre a verdade e mentira, a emoção e a razão, há que se constituir elementos e provas principalmente materiais necessárias sob pena de se fazer injustiças

Uma sociedade desigual onde a maioria tem caráter e ética, mais boa parte da população tenta tirar vantagens das pessoas de bem que trabalham pelo crescimento do país em prol de uma sociedade mais justa e solidária, respeitando as leis a natureza as pessoas enfim fazendo a sua parte, pessoas mentirosas aproveitadoras e desonestas devem ter seu caráter reprovado, atitudes que tanto o judiciário como a sociedade repudia. No intuito de enternecer o judiciário para o meu desabafo , sei que do ponto de vista humano e jurídico nada mais poderá ser feito, mais eu acredito primeiramente na justiça divina e de alguma forma ela será feita, e o mal em nenhuma hipótese pode prevalecer. Grande injustiça foi feita; recebi da parte de DEUS orientação para escrever esta carta, que também segue com cópia para várias autoridades do judiciário, quem cala consente e eu não posso me calar.

É preciso sensibilizar a justiça para que outras pessoas não venham ser injustiçadas como no meu caso, sob pena de prejuízos enormes para a sociedade e empresas sérias que contribuem para o crescimento sócio econômico de nossa nação, ser honesto não é fácil, sobretudo quando situações como estas acontecem.

Para que ¨(possa prudentemente discernir entre o bem e o mal) 1 reis 3,9.



É preciso repensar a justiça, advogados atuantes que militam em qualquer ramo do direito, sem sequer serem especialistas e de fato conhecerem e o mais importante estudar as leis, habilitados pela OAB assumem responsabilidades despreparados, gerando incertezas e prejuízos para a sociedade, e nos fazendo repensar na função do direito que é a paz social.

Carta escrita por uma micro empresária acadêmica de direito que entrou na universidade, para se tornar advogada depois de ser condenada na justiça do trabalho a pagar salários(maiores que os dos sócios), para uma pessoa que sequer conhece e nunca trabalhou nem na sua empresa nem para os sócios

Respeitosamente

Theodora Sampaio Reis de Oliveira




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